30/07/2017


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Rafael Garcia
Madrid, Espanha

Ele compra aves recém-nascidas e  alimenta-as com uma seringa. Todos os dias, alimenta cerca de 40 agapornis. Depois de elas estarem crescidas vende-as. “Depois da minha mulher vêem as aves. Não consigo ficar sem as aves”, afirma.




29/07/2017


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Manuel Cardoso
Almerim, Portugal

Manuel Cardoso é criador de diversas espécies, entre araras, catatuas, papagaios, agapornis e muitas outras aves.  Ele tem uma incrível diversidade de espécies num espaço que ocupa uma grande área de sua casa. “Tenho uma grande paixão pelas aves”, afirma.




28/07/2017

Observação de Aves – parte1

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Observação de Aves – parte1
Nos 15 anos de história do Grupo Flamingo, a observação de aves (BirdWatching) e a educação ambiental associada a esta prática na natureza tem sido uma constante. Portanto é nos possível dar alguns conselhos para como o fazer correctamente, ou seja, de modo a que se obtenha mais resultados com o mínimo impacto para a vida selvagem.

Primeiro de tudo há que ter algum espírito de aventura e gosto pela natureza, até porque nunca se sabe o que se vai encontrar pelo caminho. Arranjar companhia é muito importante pois 4 olhos ouvidos são melhores que 2, para não falar que é mais desafiante e competitivo. Atenção que grupos muito grandes não são recomendados. Mas o que é essencial lembrar é respeitar o bem-estar das aves, visto que o birdwatching é uma actividade amiga da natureza desde que não haja perturbação do seu espaço e ciclo de vida, há que estar muito atento às nossas acções enquanto os obsevamos. De seguida é crucial estar preparado com o equipamento base, que consiste em:
  • Calçado e roupa confortável e adaptada para as condições climatéricas e terreno envolvente. Tenha em mente que um casaco rosa-choque ou chinelos de praia não vão ser práticos neste aspecto.
  • Binóculos para auxiliar na aproximação visual às aves, pois elas nem sempre estão ou se chegam perto.
  • Máquina fotográfica vai permitir um registo mais fácil para a identificação dos bichos e dos habitats onde eles se encontram.
  • Guia de campo com as aves de Portugal ou da Europa, que estão muito bem ilustrados e com informações adicionais sobre a sua ecologia, canto e descrição.
Fique atento à segunda parte que sairá no próximo mês, onde se falará de como, quando e onde as encontrar, técnicas de observação e ainda mais dicas.

26/07/2017

Cientistas revelam que os corvos são capazes de fazer planos para o futuro

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 Um grupo de cientistas revelou que, tal como os humanos e os grandes primatas, os corvos têm a capacidade de resolver problemas de lógica para obter prémios. Aliás, estas aves também são capazes de renunciar a uma recompensa imediata para conseguir outra melhor no futuro. 

Para testar essas capacidades, os cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, submeteram cinco corvos – dois machos e três fêmeas – a uma série de testes. No primeiro, as aves foram treinadas para usar uma ferramenta para abrir uma caixa, de modo a receberem uma recompensa.
 
Depois, os corvos receberam a ferramenta para abrir a caixa, tal como outros itens que tinham o objetivo de distrair os animais.

Segundo o estudo publicado na Science, quase todos os corvos escolheram a ferramenta correta e, ao receberem a caixa 15 minutos depois, usaram a ferramenta para a abrir, “com uma taxa de sucesso de 86%”.

Aliás, os corvos conseguiram ainda manter essa capacidade de previsão até ao dia seguinte para abrir a caixa com a ferramenta adequada.
Mas o mais interessante aconteceu quando os cientistas ofereceram diferentes objetos aos animais, entre eles uma ficha que as aves aprenderam que podiam trocar por um pequeno prémio. Sempre que os especialistas mostravam a ficha, os corvos escolhiam-na para obter um pequeno prémio de imediato.

No entanto, quando ofereceram aos corvos uma caixa junto com a ferramenta para a abrir, e uma recompensa imediata, os animais escolheram a primeira opção porque sabiam que poderiam abrir a caixa mais tarde e obter um prémio melhor.

Segundo os especialistas, os corvos escolheram a ficha que poderia ser usada mais tarde para troca com um sucesso de 78%, demonstrando também uma boa capacidade de reflexão quando tinham de escolher entre uma recompensa imediata ou uma recompensa maior quando conseguissem abrir a caixa.

“Este estudo prova que os corvos tomam decisões para o futuro sem terem em conta o que estão a sentir no momento”, destacam os cientistas, sublinhando que os animais mostraram capacidades semelhantes ou superiores às de crianças de quatro anos.

Mas esta não é a primeira vez que os corvos surpreendem os humanos com a sua inteligência. Um estudo publicado no mês passado concluiu que estas aves são capazes de se lembrar durante um mês do rosto de uma pessoa que os tenha enganado numa situação.

Deste modo, os cientistas colocam a necessidade de se continuar a estudar o cérebro destes animais. “Os corvos são tão inteligentes, provavelmente devido a uma combinação de muitos fatores, como o seu grande cérebro com muitos neurónios e condições ambientais que podem ter requerido habilidades cognitivas complexas, ou seja, a necessidade de se resolver problemas como encontrar fontes de alimento separadas”, explica Can Kabadayi, da Universidade de Lund.

25/07/2017

Britânicos voltam a contar, medir e pesar todos os cisnes de Londres

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Já começou a tradicional contagem anual dos cisnes em Londres. Até ao final da semana, os contadores oficiais vão percorrer o rio Tamisa para identificar, pesar e medir todos os de cisnes da cidade.
Esta é também uma forma de assegurar que os cisnes da capital britânica estão saudáveis, sendo cada um deles examinado para procurar ferimentos ou indícios de doença, conta a Associated Press.
O Censo Anual dos Cisnes é uma tradição com quase mil anos, especialmente importante no século XII quando estas aves eram uma importante fonte de alimento.
Atualmente, os cisnes são considerados animais protegidos no Reino Unido e, por lei, os de Londres são propriedade da Rainha Isabel II.

24/07/2017

Quercus pede "atuação rápida e urgente" no caso da morte de aves na Moita

Pedido é dirigido ao Ministério do Ambiente e ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente. Em causa está o surgimento de várias aves mortas na Moita e que já está a ser investigado pela Câmara.

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A Quercus exigiu este domingo uma "atuação rápida e urgente" por parte do Ministério do Ambiente - através da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT) - e do Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA) face ao aparecimento de várias aves e peixes mortos no Rio da Moita e na Caldeira da Moita, no distrito de Setúbal.
Segundo a Quercus, devem ser realizadas "análises à água dos locais afetados" e deve-se proceder à "deteção de potenciais fontes de poluição". "Do mesmo modo, deve ser analisado o nível de toxicidade presente nos animais já mortos e identificados os poluentes", refere o comunicado, assinado pela direção nacional da Quercus.
Em 12 de julho, a Câmara Municipal da Moita anunciou que estava a investigar o aparecimento de vários animais mortos, em especial patos, na confluência do Rio da Moita com a Caldeira da Moita, junto ao Largo da Feira.




Na altura, a autarquia referiu que surgiram "muitos exemplares de aves mortas", informando que já tinha contactado o SEPNA, a Divisão de Alimentação Veterinária de Setúbal e a Direção de Serviços de Alimentação e Veterinária da Região de Lisboa e Vale do Tejo, tendo também efetuado várias análises com o Laboratório Pró Qualidade (LPQ) para investigar as causas.
"A morte repentina de tão elevado número de animais e a diversidade de espécies afetadas (sendo que os relatos mais recentes identificam patos, pombos e peixes) leva a pressupor que não se trata de uma qualquer doença súbita, mas sim consequência de uma qualquer descarga ilegal de elevada carga poluente, ou técnicas inadequadas e proibidas de controlo de espécies", conclui a Quercus.
Para a associação ambientalista, é "inadmissível que este tipo de incidentes ocorra sem que haja uma explicação cabal e totalmente esclarecedora das suas causas e origens".

17/07/2017

Vários casais de abutre-preto voltaram a nidificar este ano no Alentejo

Vários casais de abutre-preto voltaram a nidificar este ano no Alentejo, em ninhos artificiais instalados na Herdade da Contenda, no concelho de Moura, anunciou hoje a Liga para a Proteção da Natureza (LPN). 

"Tal como nos dois últimos anos, um desses casais criou com sucesso uma cria de abutre-preto, dando assim continuidade ao restabelecimento de um núcleo reprodutor desta ave no sul de Portugal", adianta a LPN em comunicado. 

A monitorização realizada pela LPN em colaboração com a Herdade da Contenda confirmou este ano a existência de três a quatro casais nidificantes de abutre-preto nesta herdade, no concelho de Moura, um dos quais num ninho natural construído pela espécie.

Outros casais usaram os ninhos artificiais instalados pelo projeto LIFE para promoção do habitat do lince-ibérico e do abutre-preto no sudeste de Portugal. 

Segundo a LPN, "dois destes casais fizerem postura de um ovo (como é característico da espécie), dos quais nasceram duas crias de abutre-preto". 

Uma das crias sobreviveu apenas alguns dias, mas a outra encontra-se já com quase três meses de idade e em "perfeitas condições físicas".

Esta cria de abutre-preto foi marcada com uma anilha com um código, que permitirá continuar a identificá-la quando deixar o ninho, refere a liga, adiantando que se trata de uma fêmea, conforme revelou uma análise genética efetuada.

Desde que em 2015 a espécie voltou a reproduzir-se no Alentejo, após mais de 40 anos sem registo de reprodução a sul do rio Tejo, este é o terceiro ano consecutivo que o abutre-preto cria com sucesso na região. 

"Este é um resultado que vem reforçar o restabelecimento de um núcleo reprodutor desta ave no Alentejo, tendo sido possível, sobretudo, em consequência das medidas implementadas no âmbito do projeto LIFE", coordenado pela LPN, e da "indispensável colaboração da Herdade da Contenda, Empresa Municipal", salienta a liga.

Segundo a LPN, "os abutres são extremamente importantes para manter a sanidade dos ecossistemas, estando no entanto ameaçados de extinção em Portugal e sujeitos a diversas ameaças à sua sobrevivência, a maioria de origem humana, de onde se destacam o envenenamento ilegal e a escassez de alimento"

A liga alerta que a utilização do 'diclofenac' (um anti-inflamatório não esteroide) para o tratamento do gado representa um enorme risco para estas aves necrófagas em Portugal, "especialmente agora que o Estado Português está a avaliar a autorização do seu uso na pecuária". 

Várias organizações ambientalistas lançaram hoje uma campanha, "Não sejas tu o abutre", que reclama a proibição deste fármaco na Europa.

A campanha é promovida pelas organizações SEO/BirdLife, WWF Espanha, Sociedade Portuguesa para o Estado das Aves e Vulture Conservation Foundation.

16/07/2017

Câmara da Moita investiga aparecimento de aves mortas na Caldeira da Moita

A Câmara Municipal da Moita está a investigar o surgimento de vários animais mortos, em especial patos, na confluência do Rio da Moita com a Caldeira da Moita, junto ao Largo da Feira, anunciou hoje a autarquia.

"Nos últimos dias, surgiram muitos exemplares de aves mortas na confluência do Rio da Moita com a Caldeira da Moita, junto ao Largo da Feira. A fim de apurar as causas deste incidente, a Câmara Municipal da Moita tem estado a proceder a diversas diligências junto das entidades competentes", refere a autarquia, em comunicado.

Nas redes sociais surgiram vídeos e fotografias em que é possível ver os animais muito debilitados ou já mortos na zona da Caldeira da Moita.

A autarquia salienta que já contactou o Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR e a Divisão de Alimentação Veterinária de Setúbal, a Direção de Serviços de Alimentação e Veterinária da Região de Lisboa e Vale do Tejo, tendo também efetuado várias análises com o Laboratório Pró Qualidade (LPQ) para investigar as causas.

Também o Partido Socialista da Moita abordou o tema, lembrando que já tinha interrogado a autarquia, liderada por Rui Garcia (CDU), sobre o assunto.

"Não obstante o PS ter interrogado a Câmara sobre a morte de patos e peixes no Rio da Moita e na Caldeira e termos obtido como resposta que já tinham feito queixa à GNR e a diversas entidades, a verdade é que a mortandade continua", refere o PS Moita.

Os deputados do PS, eleitos pelo Círculo Eleitoral de Setúbal, anunciaram hoje que já questionaram o Ministério do Ambiente sobre a ocorrência detetada.

"Na vala real que percorre a área que vai da Autoeuropa (Palmela) até à caldeira da freguesia de Moita (Moita) foram, recentemente, identificados patos e pombos mortos, o que permite presumir ter existido descarga inadequada", referem os deputados.

Eurídice Pereira, deputada e coordenadora do grupo de deputados socialistas de Setúbal, refere que é público que a ocorrência foi participada à GNR, mas que se desconhecem mais pormenores.

"Queremos saber se é do conhecimento do Ministério do Ambiente a referida ocorrência e o que dela se conhece, se teve participação da ocorrência por parte da Câmara Municipal da Moita, que diligências pretende o Ministério desenvolver para identificar a origem do problema e procurámos ainda saber se, nos últimos três anos, teve algum conhecimento de ocorrências na referida vala e que medidas foram tomadas", afirmou.

13/07/2017

CERVAS devolve 55 aves selvagens à natureza

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A partir de hoje e até ao final de Agosto, o Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens (CERVAS), de Gouveia, inicia um conjunto de diversas acções de devolução à Natureza de 55 aves selvagens que foram acolhidas no centro com vários problemas, a decorrer em diferentes pontos dos distritos de Viseu, Aveiro, Guarda e Coimbra.
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